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  • Foto do escritorErbus

Seu gramado natural não é tão ecológico e sustentável assim…

A grama natural é normalmente considerada a escolha mais sustentável para projetos de paisagismo em muitos ambientes. No entanto, ao analisarmos mais de perto, torna-se perceptível que essa opção aparentemente “verde” pode não ser tão sustentável quanto imaginamos.


Um dos principais problemas atrelados à grama natural é o consumo de água. Manter um gramado verde e exuberante requer uma quantidade significativa de irrigação, em áreas onde o clima é quente e seco recomendasse irrigar a grama no mínimo 2 vezes por semana, por exemplo. E isso acaba resultando em um desperdício considerável de água que é um recurso cada vez mais escasso em muitas regiões do mundo, uma vez que não é possível reutilizar ao recurso usado nas regas. Já quando analisamos regiões onde o clima comumente é chuvoso, temos outro problema: as poças de lama que podem causar quedas, e também com as chuvas, a grama natural acaba crescendo mais rápido, necessitando mais manutenção para manter a aparência do gramado. Além disso, a demanda para regar gramados pode colocar pressão sobre os recursos hídricos locais, afetando ecossistemas aquáticos e a disponibilidade de água para consumo humano e agricultura.


Outro aspecto a considerar é o uso de produtos químicos na manutenção da grama natural. Muitos proprietários precisam recorrer a fertilizantes, herbicidas e pesticidas para manter seus gramados livres de ervas daninhas e pragas, bem como para promover o crescimento saudável da grama. No entanto, esses produtos químicos podem ter impactos negativos no meio ambiente, contaminando o solo, águas subterrâneas conhecidas como Lençóis Freáticos e reservatórios de água próximos abastecidos pelas águas das chuvas, de onde se extrai boa parte da água para consumo de humanos e animais. Além disso, a aplicação excessiva de fertilizantes pode contribuir para a eutrofização, um fenômeno resultando no crescimento excessivo de algas e na diminuição da qualidade da água.


A manutenção da grama natural também pode ter custos energéticos significativos. O uso de cortador de grama movidos a gasolina contribui para a emissão de gases de efeito estufa e poluentes atmosféricos, além de consumir combustíveis fósseis não renováveis. Mesmo os cortadores de grama elétricos não são totalmente livres dos impactos ambientais, uma vez que a principal fonte de eletricidade utilizada no Brasil, muitas vezes é gerada a partir de fontes não renováveis.


E neste cenário, a grama sintética surge como uma solução sustentável: a grama sintética necessita de baixa manutenção, pois não requer rega constante e nem o uso de produtos químicos. Além disso, ela elimina a necessidade de cortadores de grama e, portanto, reduz as emissões de gases de efeito estufa associadas ao seu uso.


Para a Erbus, ter produtos ecológicos e por isso, temos processos que não considera apenas o momento da fabricação, mas também os benefícios a longo prazo durante todo o ciclo útil do produto, especialmente em áreas onde a grama natural requer muitos recursos para ser mantida.


Em um mundo onde a conscientização ambiental é essencial, a escolha de alternativas sustentáveis para o paisagismo é extremamente importante. Considerando os impactos nocivos associados à manutenção da grama natural, optar pela grama sintética se torna uma opção ecologicamente responsável. Com benefícios que vão desde a redução do consumo de água até a diminuição das emissões de gases poluentes, a grama sintética oferece uma solução eficaz para promover um ambiente mais verde e sustentável.


Se você está buscando uma alternativa que combine praticidade, beleza e compromisso com o meio ambiente, explore as opções de grama sintética da Erbus hoje mesmo e contribua para um futuro mais verde e sustentável.

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